quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Isaías 12
E dirás naquele dia: Graças te dou, ó SENHOR, porque, ainda que te iraste contra mim, a tua ira se retirou, e tu me consolas.
Eis que Deus é a minha salvação; nele confiarei, e não temerei, porque o SENHOR DEUS é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação.
E vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação.
E direis naquele dia: Dai graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei notório os seus feitos entre os povos, contai quão excelso é o seu nome.
Cantai ao SENHOR, porque fez coisas grandiosas; saiba-se isto em toda a terra.
Exulta e jubila, ó habitante de Sião, porque grande é o Santo de Israel no meio de ti.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Escute Deus dizer: "Eu quero tudo o que é seu. Eu não quero uma parte do seu tempo, uma parte do seu dinheiro e uma parte do seu trabalho: eu quero você. Eu não vim para atormentar o seu ego, vim para matá-lo. Não quero cortar um ramo aqui e outro ali; quero abater a árvore inteira. Não quero raspar, revestir ou obturar o dente; quero arrancá-lo. As meias-medidas não me bastam.''
C. S. Lewis
If God had a refrigerator, your picture would be on it.
If He had a wallet, Your photo would be in it.
He sends you flowers every spring and a sunrise every morning.
Whenever you want to talk, He’ll listen.
He could live anywhere in the universe, and He chose your heart.
And the Christmas gift He sent you in Bethlehem?
Not to mention that Friday at Calvary.
Face it friend, He’s crazy about you.
If He had a wallet, Your photo would be in it.
He sends you flowers every spring and a sunrise every morning.
Whenever you want to talk, He’ll listen.
He could live anywhere in the universe, and He chose your heart.
And the Christmas gift He sent you in Bethlehem?
Not to mention that Friday at Calvary.
Face it friend, He’s crazy about you.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
"God I’ve no idea what to say to you, but I think I’m ready to come home, now. I have no idea how to tell you how I feel - I guess I don’t have to. Hey, if the grass is greener on the other side, then what happens once I hop the fence? Anybody? God, I’ve no idea how I feel inside but I know that you can make me right. If I could only reach out and touch Your footprint in the mud… my fingertips are not worthy enough. If I could only reach out and touch the hem of your cloak… God, I’m trying to imagine a smile on my face. I remember you thought it was beautiful. If the grass is greener on the other side, I must not be seeing you. I’ve no idea how to make this sound believable but… I love you. If I could do something to prove it, I would. Listen, it’s raining so hard now, and I still can’t force myself to dance.
Jesus, teach me the waltz.
I can’t do this alone."
Levi The Poet
Jesus, teach me the waltz.
I can’t do this alone."
Levi The Poet
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
"Beloved, know how much it means to Me that you continue to seek Me though you cannot feel Me. I am closer to you than you know, closer than you can bear right now. Keep seeking, keep praying. I hear you. It is so much more an act of love for you to seek after Me when you feel hopeless, when you feel I have left you. Do not give up; I have not left you. I am holding you close to My heart as everything else is torn away. Though it is painful, though you feel you cannot bear it, let it happen. Soon, everything else will be gone and you will see Me face to face. I’m holding your hand, Beloved. I have not left you, not even for an instant. When you can not feel Me, find Me in the small things. There I am in the intake of breath, there I am in the beating of your heart. I am not angry with you. I have not left. I am pleased with you and i am watching you with joy as you stop at nothing to try and find Me. Soon, i will take My hand from your eyes and you will see that it has been light all along, that I have been closer that you could have ever imagined. Don’t give up, Beloved. I’m right here."
http://heisjealousforme.tumblr.com/
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Fora da Caixinha
Eu quero amar a Deus fora da caixinha.
Fora da caixinha instituição. Fora da caixinha teórica. Fora da caixinha de achismos, quilômetros fora da caixinha legalista.
Se as pessoas o fazem no domingo eu quero começar a me arrepender na sexta e na segunda conseguir tirar meu extrato do banco e agradecer, sincera, por não ser escrava do dinheiro. Ainda na quarta-feira vou acordar com o frescor da misericórdia pulsando no céu da boca. E no sábado, na esquina da frustração, vou dar meia volta, pular o meio fio e cair de joelhos na frente de um trono onde eu encontro curativo, abraço, e graça, em tempo oportuno… seja esse tempo outono, verão, segunda ou sábado.
Se todo mundo faz questão de divulgar / RT suas boas obras pra receber a recompensa terrena da admiração dos homens, eu quero fazer escondida, pra só Deus ver. Pra então só Ele me recompensar, do jeito dEle, quando Ele quiser. Porque bons amigos mantém segredos.
Eu quero viver o amor de Deus fora da caixinha.
Se todo mundo ainda encara os cultos na igreja como um ritual, ou pior que isso, como um encontro social, eu quero andar como quem sabe que o véu foi rasgado e ir adorar a Deus com o meu melhor sorriso, celebrar a salvação, encher a boca do pão da Palavra e confessar de boca cheia que não tenho feito o suficiente para que meus irmãos não morram tanto de desnutrição. A pior desnutrição. A de amor.
Quero ser hoje melhor que ontem, melhor pra Deus e não melhor que meu irmão. Quero deixar o Espírito Santo me tornar sensível a ponto de enxergar a necessidade do meu próximo, e ajudá-lo ainda que ele não seja meu amigo íntimo.
Quando eu sentir vontade de chorar, além de deixar as lágrimas saírem sem culpa, também o farei com minhas palavras, sabendo que o meu Deus me entende, porque em Jesus Ele não veio ser crente. Veio ser humano.
A inspiração do Espírito vai tocar os meus cabelos junto com o vento, na fila do super mercado. Eu vou pegar uma caneta na bolsa e, mesmo sem entender tudo, vou anotar as palavras até então desconexas, no meu bloquinho amarelo. Junto com o troco vou sentir vontade de entregar pra atendente de caixa a minha anotação no papelzinho amarelo. Quando eu puxar o papel e ele se soltar da espiral, uma mágoa também vai se desprender de uma vez do coração da moça e naquela noite ela vai dormir sabendo que Jesus, criativo que só, ainda quer usar os tijolos pesados do seu passado, como degrau pra ela chegar mais rápido perto dEle.
No fim do dia, vou respirar fundo debaixo do chuveiro e sorrir. Vou sentir cada bolha no meu pé e dar uma gargalhada leve como inocência de criança. Vou deixar a água escorrer e fazer graça da casca graciosa que meu Pai emprestou pra alma morar. A condenação está indo pelo ralo e nos meus pulmões está entrando a alegria. Aquela que começa a nascer devagarzinho e cresce como um tornado. Aquela que só acontece quando consideramos a suficiência de Cristo.
Eu quero amar a Deus fora da caixinha e caminhar como quem acredita que Ele jamais, JAMAIS caberia ou se manifestaria de verdade dentro de caixas com dimensões programadas por alguém falível e pequeno como eu. Eu quero amar a Deus.
“Deus purificará a nossa consciência de obras mortas, pra servirmos ao Deus vivo!” Hb 9:14b
Escrito por Lenara
Fora da caixinha instituição. Fora da caixinha teórica. Fora da caixinha de achismos, quilômetros fora da caixinha legalista.
Se as pessoas o fazem no domingo eu quero começar a me arrepender na sexta e na segunda conseguir tirar meu extrato do banco e agradecer, sincera, por não ser escrava do dinheiro. Ainda na quarta-feira vou acordar com o frescor da misericórdia pulsando no céu da boca. E no sábado, na esquina da frustração, vou dar meia volta, pular o meio fio e cair de joelhos na frente de um trono onde eu encontro curativo, abraço, e graça, em tempo oportuno… seja esse tempo outono, verão, segunda ou sábado.
Se todo mundo faz questão de divulgar / RT suas boas obras pra receber a recompensa terrena da admiração dos homens, eu quero fazer escondida, pra só Deus ver. Pra então só Ele me recompensar, do jeito dEle, quando Ele quiser. Porque bons amigos mantém segredos.
Eu quero viver o amor de Deus fora da caixinha.
Se todo mundo ainda encara os cultos na igreja como um ritual, ou pior que isso, como um encontro social, eu quero andar como quem sabe que o véu foi rasgado e ir adorar a Deus com o meu melhor sorriso, celebrar a salvação, encher a boca do pão da Palavra e confessar de boca cheia que não tenho feito o suficiente para que meus irmãos não morram tanto de desnutrição. A pior desnutrição. A de amor.
Quero ser hoje melhor que ontem, melhor pra Deus e não melhor que meu irmão. Quero deixar o Espírito Santo me tornar sensível a ponto de enxergar a necessidade do meu próximo, e ajudá-lo ainda que ele não seja meu amigo íntimo.
Quando eu sentir vontade de chorar, além de deixar as lágrimas saírem sem culpa, também o farei com minhas palavras, sabendo que o meu Deus me entende, porque em Jesus Ele não veio ser crente. Veio ser humano.
A inspiração do Espírito vai tocar os meus cabelos junto com o vento, na fila do super mercado. Eu vou pegar uma caneta na bolsa e, mesmo sem entender tudo, vou anotar as palavras até então desconexas, no meu bloquinho amarelo. Junto com o troco vou sentir vontade de entregar pra atendente de caixa a minha anotação no papelzinho amarelo. Quando eu puxar o papel e ele se soltar da espiral, uma mágoa também vai se desprender de uma vez do coração da moça e naquela noite ela vai dormir sabendo que Jesus, criativo que só, ainda quer usar os tijolos pesados do seu passado, como degrau pra ela chegar mais rápido perto dEle.
No fim do dia, vou respirar fundo debaixo do chuveiro e sorrir. Vou sentir cada bolha no meu pé e dar uma gargalhada leve como inocência de criança. Vou deixar a água escorrer e fazer graça da casca graciosa que meu Pai emprestou pra alma morar. A condenação está indo pelo ralo e nos meus pulmões está entrando a alegria. Aquela que começa a nascer devagarzinho e cresce como um tornado. Aquela que só acontece quando consideramos a suficiência de Cristo.
Eu quero amar a Deus fora da caixinha e caminhar como quem acredita que Ele jamais, JAMAIS caberia ou se manifestaria de verdade dentro de caixas com dimensões programadas por alguém falível e pequeno como eu. Eu quero amar a Deus.
“Deus purificará a nossa consciência de obras mortas, pra servirmos ao Deus vivo!” Hb 9:14b
Escrito por Lenara
sábado, 20 de novembro de 2010
Eu disse Adeus ao Namoro - Joshua Harris
Esse trecho é o início do capítulo 7 do livro.
O QUARTO
Normalmente eu não compartilho os meus sonhos, mas eu gostaria de falar sobre um que mexeu muito comigo…
Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes arquivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproximar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei“.
Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.
E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anotadas as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.
Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosidade, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trouxeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando.
Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí“. Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li“, “Mentiras que contei” , “Conforto que ofereci“, “Piadas de que eu ri.”
Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva“, “Coisas que murmurei contra meus pais.”
Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas?
Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria caligrafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.
Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi“, eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergonhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo representava.
Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros“, senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.
De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamento dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver estas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!”
Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei desesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la. Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o arquivo no seu lugar.
Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, quase sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.
E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os soluços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergonha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.
Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Qualquer um, menos Jesus.
Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele começava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não aguentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?
Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou comigo.
Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Nãaaaao” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que consegui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão escuro, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.
Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamente, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse:
“Está consumado!”
Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto.
Não havia tranca na porta. Ainda havia fichas a serem preenchidas.
(...)
O QUARTO
Normalmente eu não compartilho os meus sonhos, mas eu gostaria de falar sobre um que mexeu muito comigo…
Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes arquivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproximar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei“.
Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.
E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anotadas as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.
Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosidade, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trouxeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando.
Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí“. Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li“, “Mentiras que contei” , “Conforto que ofereci“, “Piadas de que eu ri.”
Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva“, “Coisas que murmurei contra meus pais.”
Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas?
Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria caligrafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.
Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi“, eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergonhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo representava.
Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros“, senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.
De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamento dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver estas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!”
Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei desesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la. Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o arquivo no seu lugar.
Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, quase sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.
E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os soluços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergonha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.
Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Qualquer um, menos Jesus.
Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele começava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não aguentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?
Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou comigo.
Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Nãaaaao” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que consegui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão escuro, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.
Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamente, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse:
“Está consumado!”
Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto.
Não havia tranca na porta. Ainda havia fichas a serem preenchidas.
(...)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Logan , The Sky angel Cowboy (portugues)
Logan é um garoto de 13 anos que vive em uma fazenda de uma cidade bem pequena do estado de Nebraska (USA). Logan escuta a radio cristã 89.3 FM – KSBJ – Que transmite de Houston, Texas. Logan ligou para a estação de Radio transtornado porque, ele teve que sacrificar um novilho. Suas palavras são de uma sabedoria além da sua idade.
Father’s Love Letter
My Child,You may not know me, but I know everything about you.
Psalm 139:1
I know when you sit down and when you rise up.
Psalm 139:2
I am familiar with all your ways.
Psalm 139:3
Even the very hairs on your head are numbered.
Matthew 10:29-31
For you were made in my image.
Genesis 1:27
In me you live and move and have your being.
Acts 17:28
For you are my offspring.
Acts 17:28
I knew you even before you were conceived.
Jeremiah 1:4-5
I chose you when I planned creation.
Ephesians 1:11-12
You were not a mistake, for all your days are written in my book.
Psalm 139:15-16
I determined the exact time of your birth and where you would live.
Acts 17:26
You are fearfully and wonderfully made.
Psalm 139:14
I knit you together in your mother’s womb.
Psalm 139:13
And brought you forth on the day you were born.
Psalm 71:6
I have been misrepresented by those who don’t know me.
John 8:41-44
I am not distant and angry, but am the complete expression of love.
1 John 4:16
And it is my desire to lavish my love on you.
1 John 3:1
Simply because you are my child and I am your Father.
1 John 3:1
I offer you more than your earthly father ever could.
Matthew 7:11
For I am the perfect father.
Matthew 5:48
Every good gift that you receive comes from my hand.
James 1:17
For I am your provider and I meet all your needs.
Matthew 6:31-33
My plan for your future has always been filled with hope.
Jeremiah 29:11
Because I love you with an everlasting love.
Jeremiah 31:3
My thoughts toward you are countless as the sand on the seashore.
Psalms 139:17-18
And I rejoice over you with singing.
Zephaniah 3:17
I will never stop doing good to you.
Jeremiah 32:40
For you are my treasured possession.
Exodus 19:5
I desire to establish you with all my heart and all my soul.
Jeremiah 32:41
And I want to show you great and marvelous things.
Jeremiah 33:3
If you seek me with all your heart, you will find me.
Deuteronomy 4:29
Delight in me and I will give you the desires of your heart.
Psalm 37:4
For it is I who gave you those desires.
Philippians 2:13
I am able to do more for you than you could possibly imagine.
Ephesians 3:20
For I am your greatest encourager.
2 Thessalonians 2:16-17
I am also the Father who comforts you in all your troubles.
2 Corinthians 1:3-4
When you are brokenhearted, I am close to you.
Psalm 34:18
As a shepherd carries a lamb, I have carried you close to my heart.
Isaiah 40:11
One day I will wipe away every tear from your eyes.
Revelation 21:3-4
And I’ll take away all the pain you have suffered on this earth.
Revelation 21:3-4
I am your Father, and I love you even as I love my son, Jesus.
John 17:23
For in Jesus, my love for you is revealed.
John 17:26
He is the exact representation of my being.
Hebrews 1:3
He came to demonstrate that I am for you, not against you.
Romans 8:31
And to tell you that I am not counting your sins.
2 Corinthians 5:18-19
Jesus died so that you and I could be reconciled.
2 Corinthians 5:18-19
His death was the ultimate expression of my love for you.
1 John 4:10
I gave up everything I loved that I might gain your love.
Romans 8:31-32
If you receive the gift of my son Jesus, you receive me.
1 John 2:23
And nothing will ever separate you from my love again.
Romans 8:38-39
Come home and I’ll throw the biggest party heaven has ever seen.
Luke 15:7
I have always been Father, and will always be Father.
Ephesians 3:14-15
My question is… Will you be my child?
John 1:12-13
I am waiting for you.
Luke 15:11-32
Love, Your Dad
Almighty God
(www.love-lettersbydad.tumblr.com)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Jesus Loves You – San Francisco, CA – 2006
“Jesus Loves You’ has been coming to this Market and Powell intersection for seven years. No preaching, no condemning, no judging. Just patiently carrying this sign.”
This is how we as Christians should witness; not by trying to force people into Christianity or judging them, but by sharing the love of Jesus Christ.
“Jesus Loves You’ has been coming to this Market and Powell intersection for seven years. No preaching, no condemning, no judging. Just patiently carrying this sign.”
This is how we as Christians should witness; not by trying to force people into Christianity or judging them, but by sharing the love of Jesus Christ.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O Grande Amor de Deus
Mesmo conhecendo tantos fatos, há um essencial que não fazemos idéia. Nós não sabemos seu tamanho. A profundidade da caverna? Um mistério. Número de litros? Incomensurável. Ninguém sabe a quantidade de água que o lençol contém.
Assistindo o boletim meteorológico noturno você pensaria o contrário. Os meteorologistas dão atualizações regulares no nível do lençol freático. Dá-se a impressão que a quantidade de água é calculada. “A verdade é”, um amigo me explicou, ‘ninguém sabe quanta água tem lá embaixo.”
Será que é possível? Eu decidi descobrir. Eu chamei um técnico em conservação hídrica. “É verdade”, ele confirmou. “Nós fazemos estimativas. Nós tentamos medir. Mas a quantidade exata? Ninguém sabe.” Impressionante. Nós a usamos, dependemos dela, pereceríamos sem ela …mas, Medi-la? Nós não conseguimos.”
Isto lhe faz lembrar outra piscina imensurável? Pode ser. Não uma piscina de água, mas uma piscina de amor. O amor de Deus. Lençol freático fresco. Tão puro como a neve de abril. Um gole relaxa a garganta sedenta e amolece o coração endurecido. Deixe uma vida imergir no amor de Deus e veja-a emergir limpa e transformada. Nós conhecemos o impacto do amor de Deus.
Mas o volume? Ninguém jamais o mediu.
Meteorologistas morais, preocupados se nós poderíamos esvaziar a provisão, sugerem o contrário. “Não beba profundo demais”, eles acautelam, recomendando porções racionadas. Afinal de contas, algumas pessoas bebem além da sua conta. Terroristas e traidores e aqueles que batem nas esposas, deixe tais vilões (salafrários, cafajestes ?) começar bebendo, e eles podem tomar demais.
Mas quem já conheceu as profundidades do amor de Deus? Somente Deus. “Quer ver o tamanho de meu amor?” ele convida. “Suba pelo caminho sinuoso de fora de Jerusalém. Siga os pontos de terra ensangüentada até chegar à colina. Antes de olhar para cima, pare e ouça-me sussurrar, ‘Isto é quanto amo eu você.’”
Músculos rasgados por chicote cobrem suas costas. Regatos de sangue descem pelo rosto dele. Os olhos e lábios dele estão fechados pelo inchaço. Punhados de barba foram arrancados. A dor é incendiante. Enquanto se enverga para aliviar a agonia das pernas, sua via aérea fecha. Ao ponto de sufocar, ele empurra músculos perfurados contra o prego e se arrasta para cima na cruz. Ele faz isso por horas. Dolorosamente, para cima e para baixo, até a força dele e as nossas dúvidas acabarem.
Deus lhe ama? Veja a cruz e veja sua resposta.
Deus o Filho morreu por você. Quem poderia ter imaginado tal presente? Na época quando Martinho Lutero estava tendo a Bíblia dele impressa na Alemanha, a filha de um tipógrafo encontrou o amor de Deus. Ninguém tinha lhe falado sobre Jesus. Por Deus, ela sentia nenhuma emoção, senão o medo. Um dia, ela juntou pedaços da Escritura caídos no chão. Num papel ela achou as palavras, “Porque Deus amou o mundo de tal forma que ele deu…” O resto do versículo ainda não havia sido impresso. Mesmo assim, o que ela viu foi o bastante para a comover. A idéia que Deus daria qualquer coisa a moveu de medo para alegria. A mãe dela notou a mudança de atitude. Quando perguntou a causa da felicidade dela, a filha tirou o pedaço amassado de parte do versículo do seu bolso. A mãe leu e perguntou, “O que foi que ele deu?” A criança estava perplexa por um momento e depois respondeu, “Eu não sei. Mas se Ele nos amou o bastante para nos dar qualquer coisa, nós não devemos ter medo dEle.”
Se Deus tivesse dado uma grande idéia, ou uma mensagem lírica, ou um cântico infinito … mas ele se deu. “Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.” (Efé 5:2 NVI). Que espécie de devoção é esta? Procure a resposta na categoria “infalível.” A santidade de Deus exigia um sacrifício sem pecado, e o único sacrifício sem pecado era Deus o Filho. E, desde que o amor de Deus nunca deixa de pagar o preço necessário, ele o fez. Deus lhe ama com um amor infalível.
Inglaterra vislumbrou um amor parecido em 1878. A segunda filha da Rainha Victoria era a Princesa Alice. O filho dela, aos quatro anos, ficou infectado com uma aflição horrível conhecida como difteria preta. Os médicos quarentenaram o menino e avisaram a mãe para se manter afastada dele.
Mas ela não pôde. Um dia ela o escutou sussurrando para a enfermeira, “Por que minha mãe não me beija mais?” As palavras derreteram o coração dela. Ela correu ao filho e o cobriu de beijos. Dentro de alguns dias, ambos foram enterrados.
O que levaria uma mãe a fazer algo assim? O que levaria Deus a fazer algo maior? Amor. Ligue a maior ação de Deus ao maior atributo de Deus – o seu amor.
Mas como é que o amor de Deus se enquadra com o tema deste livro? Afinal de contas, “Não gira em torno de mim.” Se não gira em torno de mim – será que Deus se preocupa comigo? A prioridade de Deus é a glória dele. Ele ocupa o centro do palco, eu carrego as peças do cenário. Ele é a mensagem, eu sou apenas uma palavra. Isto é amor?
Sem dúvida. Você realmente quer o mundo revolvendo ao seu redor? Se “tudo gira em torno de você”, então “tudo é por sua conta”. Seu pai lhe poupa de um fardo tão grande. Enquanto você é valioso, você não é essencial. Você é importante, mas não indispensável.
Ainda não acha que isso é boa notícia?
Talvez uma história seria útil. Meu pai, um mecânico de campo de petróleo, nunca conheceu um carro que ele não pôde consertar. Esqueça de tacos de golfe ou raquetes de tênis, os brinquedos de meu pai eram alicates e chaves de fenda. Ele apreciava uma máquina acabada. Uma vez, enquanto ele estava nos dirigindo para visitar a irmã dele no Novo México, o carro soltou uma válvula. A maioria dos homens teria gemido todo o caminho até a oficina mecânica. Meu Pai, não. Ele chamou um caminhão de reboque e sorriu o resto do caminho até a casa da minha tia. Até hoje eu desconfio de sabotagem paterna. Uma semana de bate-papo familiar o repulsava. Mas uma semana debaixo do capuz? Esqueça do café e biscoitos. Dê-me o escape. Pai fez com um motor V-8 o que Patton fez com um pelotão--ele o fez funcionar.
Ó, se o mesmo pudesse ser dito do filho mais novo dele! Não pode. Meu problema com mecânicos começa com as duas extremidades do carro. Eu não consigo lembrar onde fica o motor. Qualquer um que confunde a estepe com a correia do ventilador provavelmente não tem talento para conserto de carro.
Minha ignorância deixou meu pai em uma posição precária. O que faz um mecânico qualificado com um filho que é qualquer coisa menos isso? Enquanto você começa a formular uma resposta, eu posso fazer esta pergunta – o que faz Deus conosco? Sob o cuidado dele, o universo funciona como um relógio Rolex. E os filhos dele? A maioria de nós temos dificuldade em manter as contas num talão de cheques. Então, o que é que ele faz?
Eu sei o que meu pai fazia. Muito para o crédito dele, ele me deixava ajudá-lo. Segurando alicates, limpando velas de ignição – ele me dava trabalhos para fazer. E ele sabia dos meus limites. Jamais ele disse, “Max, desmonte aquela transmissão, certo? Uma das engrenagens está quebrada.” Nunca disse isso. Em primeiro lugar, ele gostava da transmissão dele. Também, ele me amava. Ele me amava demais para me dar demais.
Deus faz assim. Ele conhece suas limitações. Ele está bem atento às suas fraquezas. Da mesma forma que você não poderia morrer pelos seus próprios pecados, você nem tampouco pode resolver a fome mundial. E, de acordo com ele, está tudo bem. O mundo não está dependendo de você. Deus lhe ama demais para dizer que é tudo gira em torno de você. Ele mantém o cosmos funcionando. Você e eu jogamos serragem nas manchas de óleo e o agradecemos pelo privilégio. Nós espiamos debaixo do capuz. Nós sabemos o que custa cuidar do mundo e sábios somos ao deixar nas mãos dele.
Dizer que não gira em torno de você não é dizer que você não é amado, muito pelo contrário. É porque Deus o ama que não gira em torno de você.
E, ó que amor isto é. É “maravilhoso demais para ser medido” (Efé. 3:19). Mas embora não possamos medi-lo, eu posso lhe exortar a confiar nele? Alguns de vocês têm tanta fome de um amor como este. Aqueles que deviam ter lhe amado não fizeram. Aqueles que poderiam ter-lhe amado não queriam. Você foi deixado no hospital, abandonado no altar. Deixado com uma cama vazia, deixado com um coração quebrado. Deixado com sua dúvida, “Será que alguém me ama”?
Por favor escute a resposta do céu. Enquanto você o observe na cruz, ouça Deus assegurar, “Eu lhe amo”.
Provavelmente um dia alguém achará o limite do lençol freático de água do Sul do Texas. Um submarino robótico, ou até mesmo um mergulhador; descerá pela água até que bata no chão firme. “Nós descobrimos as profundidades”, jornais anunciarão. Alguém dirá o mesmo do amor de Deus? Não. Quando o assunto é água, nós acharemos o limite. Mas quando é o amor dele, nós nunca o iremos.
Max Lucado
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
“God gives us joy because He is joyful. He is the source of joy, just as He is the source of love, of truth, of mercy, and so on. Joy is both a description of God and a description of what He gives.”
— Bob Deffinbaugh
— Bob Deffinbaugh
"Deus nos dá alegria, porque Ele é alegre. Ele é a fonte de alegria, assim como Ele é a fonte do amor, da verdade, da misericórdia, e assim por diante. A alegria é uma descrição de Deus e uma descrição do que Ele dá. " Bob Deffinbaugh
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Mensageiro
Haastari quer dizer mensageiros, eu vou tentar mostrar com mensagens como o amor de Deus é grandioso, provavelmente nem meia dúzia de pessoas vão ver isso tão cedo, mas cá estou eu, conheçam ou relembrem o amor que nosso Jesus tem por nós. :)
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